quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Caio Fernando Abreu.

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'Eles desejam coisas que não existem. Eles não conhecem a paixão, nem tu. A tudo isso eu chamo tontura, não prazer. Evita a vertigem. Resseca, desbasta, o limite é a nudez do osso. Além dele, se avançares, há somente poeira. Mas cuidado, exigem-se os dentes fortes que Nanã perdeu. Descobre, desvenda. Há sempre mais por trás. Que não te baste nunca uma aparência do real.'

1 comentários:

Kine disse...

Nada é real \o/
tudo é ilusório aos nosso olhos!!

*-* ahhhhh que saudades de estudar caras como Marx, ele entenderia o Caio! ^^