domingo, 24 de janeiro de 2010

Caio Fernando Abreu

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Inconscientemente, parecia querer buscar em autores, filmes e músicas, algum tipo de consolo. Como se alguém precisasse chegar bem perto do sofá, onde estava, colocar um das mãos em seu ombro e dizer que aquilo era normal. Que acontecia também com outras pessoas. E que iria passar.


E que iria passar.

1 comentários:

Kine disse...

as vezes sinto isso ao dizer Boa Noite para o Willian e para a Fátima, não não é engraçado haha, é como se quando eu estivesse sozinha (quase sempre) encontrasse as duas únicas pessoas no mundo que me dariam um Boa Noite e um tapinha nas costas!